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As coisas que já fui

Postado por Guilherme Batista, em 13/11/2008

Primeiro, assiste esse vídeo aqui:

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Vai lá, eu espero aqui. Juro que não vou fechar o blog nos prómixos oito minutos, tempo suficiente para você carregar e assistir esse vídeo.






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Da hora pra caralho né? Então, esse vídeo me deixou inspirado a fazer um textículo contando das coisas que já fui ou fiz. Não, não vou colocar aquela época que eu era puta mal paga na augusta, essas coisas a gente não conta e...

... droga, falei demais.

Ok. Já fui bom filho. Já fui astrólogo, já fui macumbeiro, já fui bêbado [e minha família não ficou sabendo. Ops, agora ficou :)], já fui ladrão, já fui office boy, já fui conquistador, galanteador, sexy e lindão. Já fui magro, muito magro, e já fui mais gordo, bem mais gordo. Já fui jardineiro, já fui operador de maquinário gráfico. Em alguns devaneios já fui jornalista, mas já fui viciado - de certa forma, mas já fui. Grazadeus eu me livrei daquela merda toda de maconha e cocaína, isso detona o cérebro de qualquer um com um excesso de uso. Já fui mentiroso, muito mentiroso. Já fui verdadeiro, muito verdadeiro. Já sou sincero, mas omisso por vezes

Já fui carteiro, já fui digitador. Já construí uma casa, já reformei uma casa, já sofri com a destruição do telhado da casa - e de boa parte da frente. Já fui mais ligado à minha família, embora ainda conviva com eles, minha órbita é outra - e é triste quando essas órbitas colidem :/. Já fui sapateiro, já fui músico baterista e já fui mais ativo, por falta de sexo. Já fui pobre, não de estar miserável, mas de ter apenas o básico do básico e olhe lá. Já fui depressivo, já fui enganado, já fui enganador, muito e pouco dos dois. Já toquei piano, já mergulhei em caixa da água. Já fui religioso, defendia a religião com unhas e dentes e saia na porrada com TJ's. Já fui vendedor, já fui eletricista, já fui síndico, já fui cobrador. Já joguei roleta russa [de verdade mesmo]. Já fui mitologista grego; já fui cético, já fui ingênuo, já fui esperto. Já fui idiota, já fui inteligente, já fui imbecil, já fui esperto. Já fui cientista físico também. Cientista químico. Cheguei perto de ser cientista matemático, mas peguei nojo de matemática avançada. Deve ter algo a ver com


Hoje sou apenas eu mesmo.

E já fui muito, muito infeliz. Daqueles infelizes vazios. Tinha algo que faltava aí. Outro dia achei o que faltava, e mal acredito que estou há um ano e meio com esse algo. Vocês já sacaram quem é, só fica a frase final para destoar com o resto do texto: eu te amo

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