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Grandes histórias desconhecidas da propaganda nacional

Postado por Guilherme Batista, em 01/03/2010

Daê que as feministas resolveram abrir o bico: que história é essa de só ter comercial de absorvente? Queremos comerciais masculinos realistas! Nada de menininhas menstruadas com roupas brancas e cabelos esvoaçantes, frescas em suas condições, queremos algo de macho! Direitos iguais, comerciais iguais, já! Os marketeiros ouviram as queixas e levaram em conta seu potencial de penetração de mercado, mas o que falar de homem que se igualasse à condição menstrual mensal de algumas (e diária de outras...)? Não existe. Homem não elimina o excesso de sangue, não usado pelo cérebro, através da vagina. Nem tem vagina, pra começo de conversa. Homem elimina o sangue na porrada, isso sim.

Só que as tais feministas foram rígidas: comercial igualzinho, com roupa branca e sensação de frescor. Sem apologia a violência repressora masculina, queriam algo que afeminasse os homens. A solução foi inventar uma cueca totalmente nova, sabor mentol extra-strong, que puxasse dentro de si quaisquer líquidos secretados durante a fimose. Foi uma campanha estrondosa, numa época em que propaganda podia ser colocada no alto dos prédios. E uma campanha completamente falha. Nem todos os homens sofriam de fimose  - os judeus, pra começar, já começavam a vida com desconto no prepúcio, dado pelo mohel. E os japoneses então? Mal tinham material para iniciar uma discussão e se sentiram pequenos nessa história toda. Para não falar dos portugueses que comiam a tal cueca para ter um hálito mais fresco. Não seria um problema se não fosse por eles usarem a cueca antes de comê-la, o que estragava completamente os sabores. Deu um bafafá danado, com homens queimando suas cuecas em praça pública e fazendo um levante em prol da liberdade fálica. Falo, alado, jamais será mentolado, esse era o tema da campanha.

O governo interviu, e tanto a campanha quanto a tal nova cueca foram um completo fracasso. Disso tudo, ficou a lição para as feministas: menstruação é realmente uma temática absorvente, mas problema interamente delas - e que não viessem encher nosso saco, pois estaríamos coçando nossos sacos (coisa que elas nunca poderão fazer) enquanto degustávamos de nossas cervejas.






Guilherme pensa: isso é o que dá misturar guiness com heineken, essa cerveja mal feita dos infernos.

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