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Filosofias de vida

Postado por Guilherme Batista, em 21/06/2008

texto diarinho ahead.

Já dizia a bíblia [ou algum livro desses aí que dizem que é antigo]: não julguem para não tomarem uma pedrada na testa serem julgados.

É praticamente uma filosofia de vida minha isso. Evito julgar as pessoas, ao menos as que conheço, mais ou menos assim:
-Caralho mano puta que pariu olha que gostosa
-É <- ela era realmente gostosa.
-Tem mó cara de puta mano
-Hm...
-Você não acha?
-Não sei, nunca fui frequentador assíduo de puteiros pra ter certeza da cara da pobre mulher
-Mano, ela é puta!
-Cê tem certeza? Pode ser apenas uma garota que gosta de vestir as roupas que valorizem as curvas dela...
-MANO, ELA É PUTA!!!!11 -Vai lá perguntar o preço então, caralho.



O cidadão citado acima tomou um tabefe na cara. Isso foi há um bom tempo, mas eu assimilei a lição que o cidadão acima custou aprender: não julguem muito menos comparem os outros.
Ou façam essa porra conhecendo MUITO bem a pessoa, e quando digo "conhecer" eu digo de passar anos do lado dela e saber todos seus defeitos.


Essa é a primeira. A maioria das pessoas me chama de caxias e chato por achar isso, mas fazer o que? Senti na pele o pré-julgamento alheio, é um mal que não desejo a ninguém.

Exceto os inimigos.

Por isso mesmo eu sempre tento me integrar de todos os fatos antes de enfiar o dedão acusador na cara do acusado. É pra julgar com razão, caralho!

A segunda diz que eu devo ganhar dinheiro a todo custo, nem que isso signifique vender minha família. Essa não vem ao caso agora.


A terceira é a que eu só devo citar defeitos de pessoas com as mesmas estando perto, para se defenderem.
Essa é a mais difícil de todas. É grande a tendência que eu tenho de falar mal de meio mundo, isso inclui até o pobre militante da cut, reinvidicando um aumento justo de salário, usando seu megafone para se fazer ouvir.
O problema é que alguém deveria explicar pro filho da puta, de maneira clara e coesa, que usar o megafone só ensurdece quem está à sua volta, tornando o "se fazer ouvir" inútil.
Explicar usando porretes de polícia costuma ser bastante eficaz e...

... Ok, divaguei.

Voltando, a terceira eu quase sempre tento cumprir. Nem sempre consigo, mas tento enfiar na cabeça das pessoas esse tipo de coisa. De futriqueiro e mal humorado já basta eu, não preciso de ninguém perto pra tanto.




Por isso, POR FAVOR, PELO AMOR DE DEUS, EM PROL DAS RELAÇÕES PÚBLICAS, evite, ao discutir comigo:
a)citar qualquer membro da minha família: PUTA QUE PARIU, ninguém que anda comigo conhece eles, conhece seus defeitos e suas qualidades, só eu. Sim, eu consigo manter uma linha de divisão: amigos->eu->namorada->eu->família, cada um bem separado uns dos outros.

b)TENTE, ao menos TENTE, conhecer as minhas razões, E NÃO AS JULGUE: imagine você que você passa por uma situação muito constragedora há muitos e muitos anos atrás.
Agora imagine você revivendo essa mesma situação recentemente. Sua mente automaticamente vai lembrar daquela situação e se você for um serumano normal, vai te fazer tomar outro tipo de decisão, aquela que vai parecer mais certa pra você. Enquanto essa decisão não matar, roubar, estuprar, foder lindamente ou simplesmente atrapalhar outros, ela está certa. Se você é uma mocinha fresca e mimada que não sabe aceitar a opinião de outrem, problema teu. Isso se aplica a amigos, familiares e namorada.
Sim, seus porras, eu sei que vocês leêm meu blog.

c)não conteste decisões: se existe uma coisa que me deixa com enorme tesão em pegar o machado e brincar balouçando ele pra lá e pra cá, é ser contestado. Veja bem, não digo de ser ajudado a tomar uma decisão, digo de ser contestado mesmo. Assim: "nós vamos chutar a parede" e ouvir um "Mas podemos chutar aquela parede de feno que é mais suave". É, é mais suave e entra uma ferpa no seu pé, certo? Isso vale para decisões alheias.
Se está com dúvidas, tudo bem, pergunte, porém não faça uma pergunta do tipo "Não é melhor a gente comprar gelatina ao invés de sorvete?". É contestamento, caralho.

d)E por último, comparações: "Ela é igual seu pai", "Ele é igual seu tio", "Ela é igual sua lagartixa de estimação que morreu em 1950".
Acho que fui claro, não?

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