ATENÇÃO: texto de caráter puramente humorísto e/ou filho da puta. Portanto, qualquer federal que ler isso deverá ter essa informação em mãos na hora de ir me prender
Minha ousadia não conhece limites. Como todos sabem, fui um privilegiado pelas bolsas do PROUNI. E, devido a isso, fui convocado gentilmente para uma cerimônia presidencial - a gentileza foi tanta que vieram me buscar em casa com um jipe das forças armadas nacionais, e alguns caras armados para me manter seguro. Na verdade, achei que era para evitar de eu fugir...
No caminho, o jipe foi raptado pelos terroristas árabes que adoram caçar jornalistas. Levei uma pancada nas cabeças e, com uma puta dor entre as pernas, desmaei. Acordei estando num avião, e todo mundo preocupado com o piloto. Me livrei de meus perseguidores e percebi que o boing seguindo caminnho para dois prédios, muito parecidos, grandes, um ao lado do outro, com um piloto amalucado com poucas pretensões de desviar deles. Chutei alguns terroristas, peguei uma mochila que estava pendurada, peguei a minha mochila e saltei... puxei uma cordinha e ouvi um cara gritando do avião:
-O filho da puta, devolve minha mochila!!!
Com o mar ficando cada vez mais próximo, resolvi fazer algumas manobras afim de diminuir a pressão da água no meu corpo. Mergulhei fundo e vi um submarino no chão, com uma bandeira da Rússia estampada. Eles deviam achar que eu era inimigo, pois fui atiraram um torpedo em mim... O mísseil foi jogado com tanta força que parou bem longe dali, fazendo uma baita explosão e levantando uma onda enorme... deviei como podia e resolvi naufragar aquela coisa. Fui nadando até lá, bati na porta e deixei abrirem. Pergutaram quem era e disse que era o entregador de pizza de mitkocvitch, e eles abriram dizendo: "Po, demorou hein?"...
Voltei a nado para a superfície e emergi em meio a uma enorme festa, onde todo mundo tava correndo para chegar a algum lugar. Nisso passou um cara e levou minha carteira. Irritado, me disfarcei de escocês (ou seja lá como se escreve isso) e corri para pegar o cara - que por um acaso, era brasileiro. Invadi o lugar que eles estavam usando pra correr e segurei o cara, que deveria ter pego a carteira de todo mundo - haja vista que estava correndo de todo mundo. Peguei minha carteira se segui viagem, sendo xingado por todo mundo. Fui correndo para a Tailandia. Chegando lá, fui surfar um pouco. Mas acho que ninguém queria saber disso, todo mundo tava correndo do mar. Encarei a maior onda da minha vida, mas levei um baita caldo e fui cuspido pelo mar para fora. Caí numa terra fria, em que todo mundo estava em guerra e louvando um tal de Maradona. Fui pego por alguns caras que estavam dizendo: "Louve el Maradona, brasileño. Usted dieves fasser el sinal de la cruz tueda vez que hablarmos 'Maradona". Não entendi lhufas e gritei: PELÉ NO CÉU E NÓIS NA TERRA, MANO!
Me enfiaram num canhão e atiraram. Caí no local em que ia ser a cerimônia. Olharam espantados pra mim, por estar vivo. Fui dar um passo e tropecei, caindo de cara no chão e desmaiando de novo.
Acordei em casa, no chão do quarto, com minha mãe me chacoalhando e dizendo : "Filho, tudo bem?"
Nunca mais como antes de ir dormir
Mostrando postagens com marcador ret con. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ret con. Mostrar todas as postagens
31/01/2007
Ret-con
Tenho um vizinho que foi, por uns tempos, motorista do presidente. Não me lembro exatamente de qual, mas ee foi mesmo, tem até registro em carteira. Ele conta alguns casos inusitados, mas teve um que ele contou que foi o campeão de todos: certa vez ele estava guiando por uma estrada no interior de Mato Grosso. Eis que atropela um porco. O presidente dirigiu-se a ele:
-Ih, rapa, morreu... deve ser daquela fazenda ali. Faz o seguinte: vai lá, conta tudo, pede desculpas e dá esse cheque pra ele comprar um porco novo.
E o motorista foi lá, todo solícito. E demorou três horas. Quando estava anoitecendo, ele voltou ao carro, todo cambaleante, com uma garrafa de vinho da melhor qualidade. Ao olhar aquilo, perguntou o presidente:
-Ué? Assim não dá! Que houve? Demorou tanto porque? E o que é essa garrafa de vinho?
-O fazendeiro me deu essa garrafa, um belo almoço e me deixou transar com sua bela filha de 18 anos, que transou alucinadamente...
-Tudo isso só por que você matou um porco? O que você disse?
-Cheguei lá e disse: "Sou o motorista do presidente e acabo de matar o porco..."
Ai, ai... bom, o carnaval foi uma maravilha pra todo mundo. Menos pra Portela. Aquela águia foi mesmo uma coisa de retardado: se a asa não queria ficar num lado, por que não colocou no outro? Seria mais rápido... ou usassem um ferro de solda e colassem aquilo no lugar. Ficaria meio torto, ma bastava dizer que a águia estava representando um vôo e estava dando sinal de que ia virar... Sei lá.
Mas foi muito bom mesmo. Vendo o carnaval, me lembrei de gringos, e minha memória semântica fez associação com eu ter imitado um gringo certa vez, ano passado. Cheguei numa barraquinha, dessas de vende refrigerante, eu, branco, na praia, falando em espanhol, pensa-se o que? Que é um gringo. O cara da barraquinha também pensou isso. Olha como foi o diálogo:
-Ei, companhero! Quanto custa la... ciomo ustedes hablam? Ah, sí. Quanto custa la gasosa, la Côca-Côla (imaginem o sotaque de meses sem "hablar castelhano")
-Cinco real, gringo.
-Bele. E se eu falar que sou brasileiro, você me cobra os 2 reais ou mantém 5 mesmo?
Lembrei disso por causa do preço das fantasias. Antigamente carnaval era festa popular. Até hoje é, mas para a população rica, ou estrangeira.
E navegando feito uma barata tonta pela net, por que não uso rss e nem tenho interesse, vi no Catarro verde uma dobradura para mulher fazer xixi em pé. É, isso mesmo, origami de pênis para mulheres. Agora podemos dizer que mulher é bicho completo: faz até xixi em pé. Só falta se auto-reproduzir para os homens serem extintos. Que me desculpem as leitoras desse blog (mais da metade dos acessos vai cair), mas tô pensando sériamente em inventar a campanha: "Igualdade dos sexos sim, mulher macho não!"
E falando em campanhas, continua a campanha do governo para espalhar a palavra da camisinha pelo Brasil, para que essa população de reprodutores pare de reproduzir pelo menos no carnaval. Mais da metade da população do Brasil é feita nessa época. Basta olhar pra ver quantas pessoas nascem no carnaval, ou pouco antes, ou 9 meses depois. Julho ninguém se reproduz não? Fora que a Aids só se espalha nessa época. Muita gente reclamou que se infectou de AIDS fora do carnaval... bem, que eu posso fazer? Agora é tarde. Deveria ter pensado nisso QUANDO fez a coisa! Perco o leitor mas não perco o sarcásmo!
E a libertinagem no país rola solta! Dessa vez foi o maior campo de informações inúteis por metro cúbico, a internet: gays, lébicas, bichas, travecos e boiolas em geral mandaram e-mails reclamando e me chamando de preconceituoso. Faltaram ir na minha casa com tochas - o que me levou a pensar que talvez com um pouco de água apagasse o fogo das bichas.
Bicha lembra bicho. Bicho lembra mato. Mato lembra interior. Interior lembra caipira. Logo, bicha me lembra caipiras. Estranho.
Estranho mesmo é algumas rádios mandarem mensagens de amor. De fulano para cicrano. Imagina se um caso de adultério vai a mostra por causa disso? Adulério por adultério, prefiro o do gringo que fazia propaganda negativa do Brasil. Por causa de um filho da puta desses, aumentou a taxa de turismo nas terras tupiniquins.
Mandaram e-mail spam pra mim: "You want a big pennis?". Tive vontade de re-enviar aos viados que reclamaram; "Você procura um grande pênis?". Tô fora.
Vi num blog de uma amiga que eu tinha pedido pra nascer. Opâ, que história é essa? Eu não pedi pra nascer. Fui arrancado pra nascer, isso sim - por mim ficava mais uns meses na barriga da minha mãe, mas aos 8 meses de gravidez quiseram me tirar de lá. Deveras, se eu tivesse pedido pra nascer, seria numa família muito, mas muuuuuito rica.
Falando em riqueza, tava pensando em como eu seria se fosse rico. Mandão, orgulhoso, vaidoso, festeiro, zoador, cara de pau, canalha, sarcástico. É, talvez seria melhor.
E o jumbão, o avião presidencial? Ainda bem que o Brasil não tem nada pra ser destruído - o Cristo redentor talvez. Se algum terrorista inventa de roubar aquilo, vai ter nas mãos a maior (literalmente) arma do mundo.
Acho melhor parar por aqui... Agradecimentos especiais a Marcurélio, do Jesus me chicoteia, e a MrManson, do Cocadaboa (todos os links estão na barra lateral. Te vira e acha).
-Ih, rapa, morreu... deve ser daquela fazenda ali. Faz o seguinte: vai lá, conta tudo, pede desculpas e dá esse cheque pra ele comprar um porco novo.
E o motorista foi lá, todo solícito. E demorou três horas. Quando estava anoitecendo, ele voltou ao carro, todo cambaleante, com uma garrafa de vinho da melhor qualidade. Ao olhar aquilo, perguntou o presidente:
-Ué? Assim não dá! Que houve? Demorou tanto porque? E o que é essa garrafa de vinho?
-O fazendeiro me deu essa garrafa, um belo almoço e me deixou transar com sua bela filha de 18 anos, que transou alucinadamente...
-Tudo isso só por que você matou um porco? O que você disse?
-Cheguei lá e disse: "Sou o motorista do presidente e acabo de matar o porco..."
Ai, ai... bom, o carnaval foi uma maravilha pra todo mundo. Menos pra Portela. Aquela águia foi mesmo uma coisa de retardado: se a asa não queria ficar num lado, por que não colocou no outro? Seria mais rápido... ou usassem um ferro de solda e colassem aquilo no lugar. Ficaria meio torto, ma bastava dizer que a águia estava representando um vôo e estava dando sinal de que ia virar... Sei lá.
Mas foi muito bom mesmo. Vendo o carnaval, me lembrei de gringos, e minha memória semântica fez associação com eu ter imitado um gringo certa vez, ano passado. Cheguei numa barraquinha, dessas de vende refrigerante, eu, branco, na praia, falando em espanhol, pensa-se o que? Que é um gringo. O cara da barraquinha também pensou isso. Olha como foi o diálogo:
-Ei, companhero! Quanto custa la... ciomo ustedes hablam? Ah, sí. Quanto custa la gasosa, la Côca-Côla (imaginem o sotaque de meses sem "hablar castelhano")
-Cinco real, gringo.
-Bele. E se eu falar que sou brasileiro, você me cobra os 2 reais ou mantém 5 mesmo?
Lembrei disso por causa do preço das fantasias. Antigamente carnaval era festa popular. Até hoje é, mas para a população rica, ou estrangeira.
E navegando feito uma barata tonta pela net, por que não uso rss e nem tenho interesse, vi no Catarro verde uma dobradura para mulher fazer xixi em pé. É, isso mesmo, origami de pênis para mulheres. Agora podemos dizer que mulher é bicho completo: faz até xixi em pé. Só falta se auto-reproduzir para os homens serem extintos. Que me desculpem as leitoras desse blog (mais da metade dos acessos vai cair), mas tô pensando sériamente em inventar a campanha: "Igualdade dos sexos sim, mulher macho não!"
E falando em campanhas, continua a campanha do governo para espalhar a palavra da camisinha pelo Brasil, para que essa população de reprodutores pare de reproduzir pelo menos no carnaval. Mais da metade da população do Brasil é feita nessa época. Basta olhar pra ver quantas pessoas nascem no carnaval, ou pouco antes, ou 9 meses depois. Julho ninguém se reproduz não? Fora que a Aids só se espalha nessa época. Muita gente reclamou que se infectou de AIDS fora do carnaval... bem, que eu posso fazer? Agora é tarde. Deveria ter pensado nisso QUANDO fez a coisa! Perco o leitor mas não perco o sarcásmo!
E a libertinagem no país rola solta! Dessa vez foi o maior campo de informações inúteis por metro cúbico, a internet: gays, lébicas, bichas, travecos e boiolas em geral mandaram e-mails reclamando e me chamando de preconceituoso. Faltaram ir na minha casa com tochas - o que me levou a pensar que talvez com um pouco de água apagasse o fogo das bichas.
Bicha lembra bicho. Bicho lembra mato. Mato lembra interior. Interior lembra caipira. Logo, bicha me lembra caipiras. Estranho.
Estranho mesmo é algumas rádios mandarem mensagens de amor. De fulano para cicrano. Imagina se um caso de adultério vai a mostra por causa disso? Adulério por adultério, prefiro o do gringo que fazia propaganda negativa do Brasil. Por causa de um filho da puta desses, aumentou a taxa de turismo nas terras tupiniquins.
Mandaram e-mail spam pra mim: "You want a big pennis?". Tive vontade de re-enviar aos viados que reclamaram; "Você procura um grande pênis?". Tô fora.
Vi num blog de uma amiga que eu tinha pedido pra nascer. Opâ, que história é essa? Eu não pedi pra nascer. Fui arrancado pra nascer, isso sim - por mim ficava mais uns meses na barriga da minha mãe, mas aos 8 meses de gravidez quiseram me tirar de lá. Deveras, se eu tivesse pedido pra nascer, seria numa família muito, mas muuuuuito rica.
Falando em riqueza, tava pensando em como eu seria se fosse rico. Mandão, orgulhoso, vaidoso, festeiro, zoador, cara de pau, canalha, sarcástico. É, talvez seria melhor.
E o jumbão, o avião presidencial? Ainda bem que o Brasil não tem nada pra ser destruído - o Cristo redentor talvez. Se algum terrorista inventa de roubar aquilo, vai ter nas mãos a maior (literalmente) arma do mundo.
Acho melhor parar por aqui... Agradecimentos especiais a Marcurélio, do Jesus me chicoteia, e a MrManson, do Cocadaboa (todos os links estão na barra lateral. Te vira e acha).
30/01/2007
Exercendo sua cidadania democrática obrigatória
Ontem teve aquele reve... refe... publici... ah, sei lá, teve aquele troço em que éramos obriagados a escolher: ou dá ou desce (ou dá tiro a rodo ou desce a porrada).
Fui lá, chateado por que estava chovendo - e a zona eleitoral que eu voto é uma zona mesmo.
Cheguei lá convicto de que poderia exercer a cidadania democrática obrigatória, prontinho para enfiar o dedão no botão do "Anula". Ao entrar na sessão, estranhei: tinha quatro pessoas: dois juízes de mesa e dois carinhas ao lado da cabine. Nem prestei atenção nos juízes, pois os caras ao lado da cabine, um estava com um porrete e outro com uma doze na mão.
Fui lá votar ignorando os dois. Prestes a apertar anula, ouço um "click" - e vejo o carinha da doze apontando a mesma pra minha cabeça.
"Olha esse dedo perto do 2... é pra apertar UM, porra!"
Temendo em ter miolos de Eddie espalhado na sala, resolvi obedecer. Prestes a apertar o 1, me vem o cara do porrete, e diz:
"Olha esse dedo aí perto do 1... é pra apertar DOIS, porra, senão enfio esse porrete no seu cú"
Vendo que o cara era um armário 4x4, e temendo a minha integridade física e anal, pensei rápido; Apontei pra um canto, fiz cara de espantado e mandei:
"Olhem um taco de beisebol que dá tiros de doze"
Não entendo, esse pessoal devia ter bebido, pois olharam. Nisso, tirei a doze do cara, mirei no porrete, atirei e joguei a doze pela janela. Votei tranquilamente e saí com o peito estufado. Não de orgulho, mas de medo mesmo - nunca em toda minha vida passei por apuro tão grande.
Afinal de contas, imagina se o cara do porrete faz o que ameaçou? Rapaz, eu ia estar falando fino agora e gritando: "MEEEEENIIIIINAAAAAA, QUE LUUUXOOOOO".
Fui lá, chateado por que estava chovendo - e a zona eleitoral que eu voto é uma zona mesmo.
Cheguei lá convicto de que poderia exercer a cidadania democrática obrigatória, prontinho para enfiar o dedão no botão do "Anula". Ao entrar na sessão, estranhei: tinha quatro pessoas: dois juízes de mesa e dois carinhas ao lado da cabine. Nem prestei atenção nos juízes, pois os caras ao lado da cabine, um estava com um porrete e outro com uma doze na mão.
Fui lá votar ignorando os dois. Prestes a apertar anula, ouço um "click" - e vejo o carinha da doze apontando a mesma pra minha cabeça.
"Olha esse dedo perto do 2... é pra apertar UM, porra!"
Temendo em ter miolos de Eddie espalhado na sala, resolvi obedecer. Prestes a apertar o 1, me vem o cara do porrete, e diz:
"Olha esse dedo aí perto do 1... é pra apertar DOIS, porra, senão enfio esse porrete no seu cú"
Vendo que o cara era um armário 4x4, e temendo a minha integridade física e anal, pensei rápido; Apontei pra um canto, fiz cara de espantado e mandei:
"Olhem um taco de beisebol que dá tiros de doze"
Não entendo, esse pessoal devia ter bebido, pois olharam. Nisso, tirei a doze do cara, mirei no porrete, atirei e joguei a doze pela janela. Votei tranquilamente e saí com o peito estufado. Não de orgulho, mas de medo mesmo - nunca em toda minha vida passei por apuro tão grande.
Afinal de contas, imagina se o cara do porrete faz o que ameaçou? Rapaz, eu ia estar falando fino agora e gritando: "MEEEEENIIIIINAAAAAA, QUE LUUUXOOOOO".
Assinar:
Postagens (Atom)