Caminhoeiros parando a marginal em protesto à lei nova, aquela de proibir caminhões.
Pergunto: eles pararam para pensar que o caminhão deles atrasa a vida DOS OUTROS, e que fazer tal protesto é prejudicial para ELES, que se fodem na mão [e nas armas] dos policias
30/06/2008
26/06/2008
Eu não aprendo nunca, e é impressionante como o egoísmo alheio ainda me surpreende.
O egoísmo ou a corrupção, o que for pior.
-Opa! Vou aproveitar que ganho duas cestas básicas na faixa, e como dou uma pra minha filha, vou cobrar cinquenta conto, afinal, eu dou alguma coisa e não ganho nada em troca.
-Porra, ela tem 3 filhas pra criar e volta e meia precisa de dinheiro emprestado! Seus mercenários de merda!
-Não fui eu quem fez os filho, foi? Além do mais, se ela precisa de dinheiro emprestado, é por má administração de recursos.
Me dá nojo a forma como cada um pensa apenas no próprio umbigo. Não que eu seja O COMUNISTA e que tudo que é meu é de todos, mas em nome do bem comum [ou do bem do seu círculo social], o que custa tentar entender o outro?
-Oi, desculpa não ter ido te ver, mas eu precisava procurar o negócio X para receber minha recisão [e como você sabe, eu estou zerado...], e se eu fosse te ver ia chegar tarde na minha casa pra procurar o dito cujo ***considere que eu vou trabalhar de novo amanhã cedo e preciso acordar MUITO mais cedo para resolver outros vinte problemas***
-Claro. De você eu não espero mais nada, isso é normal vindo de você <- pessoa muito nervosa e magoada.
Aí depois as pessoas perguntam o porque eu me afasto delas. O povinho nojento.
-Vixe, não vou poder te ajudar com aquele negócio do dinheiro, perdi o emprego, se eu te ajudar agora eu fico fodido e sem grana
-É, eu sabia que não podia contar com você pra isso.
Nas aulas de filosofia, aprende-se a questionar o porque das coisas. Então eu pergunto: por que as pessoas adoram ver o mundo visando o que elas podem lucrar?
E por que apenas EU sou condenado por mostrar que às vezes eu também penso assim?
O egoísmo ou a corrupção, o que for pior.
-Opa! Vou aproveitar que ganho duas cestas básicas na faixa, e como dou uma pra minha filha, vou cobrar cinquenta conto, afinal, eu dou alguma coisa e não ganho nada em troca.
-Porra, ela tem 3 filhas pra criar e volta e meia precisa de dinheiro emprestado! Seus mercenários de merda!
-Não fui eu quem fez os filho, foi? Além do mais, se ela precisa de dinheiro emprestado, é por má administração de recursos.
Me dá nojo a forma como cada um pensa apenas no próprio umbigo. Não que eu seja O COMUNISTA e que tudo que é meu é de todos, mas em nome do bem comum [ou do bem do seu círculo social], o que custa tentar entender o outro?
-Oi, desculpa não ter ido te ver, mas eu precisava procurar o negócio X para receber minha recisão [e como você sabe, eu estou zerado...], e se eu fosse te ver ia chegar tarde na minha casa pra procurar o dito cujo ***considere que eu vou trabalhar de novo amanhã cedo e preciso acordar MUITO mais cedo para resolver outros vinte problemas***
-Claro. De você eu não espero mais nada, isso é normal vindo de você <- pessoa muito nervosa e magoada.
Aí depois as pessoas perguntam o porque eu me afasto delas. O povinho nojento.
-Vixe, não vou poder te ajudar com aquele negócio do dinheiro, perdi o emprego, se eu te ajudar agora eu fico fodido e sem grana
-É, eu sabia que não podia contar com você pra isso.
Nas aulas de filosofia, aprende-se a questionar o porque das coisas. Então eu pergunto: por que as pessoas adoram ver o mundo visando o que elas podem lucrar?
E por que apenas EU sou condenado por mostrar que às vezes eu também penso assim?
Como eu conheci o "mondo bizzarro" em 3 dias - viagem a la maionese air lines
Repostagem de 1910,do blog Histórias Crônicas
Sim, eu já flertei com blogs especializados, e o resultado não foi lá muito satisfatório. De qualquer forma, segue:
Recentemente precisei viajar para um lugar em que não queria ir. Alguma coisa entre o Longiquistão e Pralademarraquesh, sei lá. Não queria ir por que não gosto de ir a lugares em que mal consigo pronunciar o nome. Enfins, foi a minha primeira viagem - e que viagem...
A maldita viagem tinha seria pelo jumbo presidencial. Aê, maravilha, vou conhecer o sucatão. Qual que, o sucatãotinha literalmente virado sucata foi aposentado antes. Fazer o que... mas o avião substituto era um bem grande, gordo, e feio. Igualzinho ao dono dele, um tal de Lula. E eu achava que lula era molusco, marta era bicho espinhento, rosinhas eram flores e Severinos eram porteiros. Mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que a economia está crescendo e etc...
Antes de entrar nesse avião, vi um grupo um tanto suspeito - pareciam marroquinos, árabes, ou, por estarmos em Brasília, parentes do Enéas. Filhos da Havanir, talvez?
Entraram antes de mim e eu fiquei receoso, mas...
Ao decolar, os tais Filhos da Havanir saem de suas cadeiras, pegam um gravador e ameaçam:
-Levem esse avião de volta para Brasília ou iremos deixar esse gravador tocando eternamente "Meu nome é Enéas, 56".
Nisso já estávamos bem em cima do pacífico. Todos resolveram pular, incluindo os proto-terroristas - por acharem que seu plano havia falhado. Sobraram apenas três tripulantes: eu, um mendigo e o presidente. E apenas dois pará-quedas. O presidente se apressou:
-Companheiros, como sou o presidente do país, tenho a obrigação de ser salvo, assim posso comandar as buscas de resgate.
E pulou.
Olhei. Sobrou apenas um. Disposto a estapear o mendigo, fechei os punhos, mas ele se adiantou:
-Ei, cara, calma aê. Pode pegar o pará-quedas, o presidente pegou minha mochila.
Aliviado, pulei. Mas não sem antes ter certeza que aquela mochila era a certa.
Vai que eu pego a mochila que o mendigo usa para levar o marmitex, nunca se sabe.
Caí dentro de um hospital, pelo teto. O dito cujo ficava de frente pra uma torre mal feita que parecia estar caindo para a lateral, a direita. Ou a esquerda, depende do lado que você olha, tanto faz. Descobri que era chamada de Torre de Pizza. Não é pra menos que ela estava caindo, feita de um material que não era concreto... e já era noite.
Olhei ao redor de onde estava e percebi que havia entrado num quarto, com um velinho. O cara deveria estar devendo horrores pra muita gente, pois tinha MILHÕES de pessoas segurando velas olhando pra janela em que estava. Acenei pra eles um tchauzinho e parece que todo mundo respirou aliviado, sei lá. Olhei no leito e estava um carinha vestido de branco, com um bando de coroinhas em volta dele. Ouvi a conversa de curioso que era:
-John, você estarr?
-Sim, papa.
-George, você estarr?
-Sim, papa.
-E o Ringo, Starr?
-No papa, foi Paul uma cartney no correio...
-Ah... a... a...
-No diga adeus, papa!
-Atchim.
"Saúde", pensei. Mas achei melhor ficar quieto ao ver que meio pulmão do carinha tinha sido cuspido janela a fora...
Saí do hospital com dois pensamentos na cabeça: a grana federal que o cara tava devendo e como chegar em Pralademarrakesh...
Sim, eu já flertei com blogs especializados, e o resultado não foi lá muito satisfatório. De qualquer forma, segue:
Recentemente precisei viajar para um lugar em que não queria ir. Alguma coisa entre o Longiquistão e Pralademarraquesh, sei lá. Não queria ir por que não gosto de ir a lugares em que mal consigo pronunciar o nome. Enfins, foi a minha primeira viagem - e que viagem...
A maldita viagem tinha seria pelo jumbo presidencial. Aê, maravilha, vou conhecer o sucatão. Qual que, o sucatão
Antes de entrar nesse avião, vi um grupo um tanto suspeito - pareciam marroquinos, árabes, ou, por estarmos em Brasília, parentes do Enéas. Filhos da Havanir, talvez?
Entraram antes de mim e eu fiquei receoso, mas...
Ao decolar, os tais Filhos da Havanir saem de suas cadeiras, pegam um gravador e ameaçam:
-Levem esse avião de volta para Brasília ou iremos deixar esse gravador tocando eternamente "Meu nome é Enéas, 56".
Nisso já estávamos bem em cima do pacífico. Todos resolveram pular, incluindo os proto-terroristas - por acharem que seu plano havia falhado. Sobraram apenas três tripulantes: eu, um mendigo e o presidente. E apenas dois pará-quedas. O presidente se apressou:
-Companheiros, como sou o presidente do país, tenho a obrigação de ser salvo, assim posso comandar as buscas de resgate.
E pulou.
Olhei. Sobrou apenas um. Disposto a estapear o mendigo, fechei os punhos, mas ele se adiantou:
-Ei, cara, calma aê. Pode pegar o pará-quedas, o presidente pegou minha mochila.
Aliviado, pulei. Mas não sem antes ter certeza que aquela mochila era a certa.
Vai que eu pego a mochila que o mendigo usa para levar o marmitex, nunca se sabe.
Caí dentro de um hospital, pelo teto. O dito cujo ficava de frente pra uma torre mal feita que parecia estar caindo para a lateral, a direita. Ou a esquerda, depende do lado que você olha, tanto faz. Descobri que era chamada de Torre de Pizza. Não é pra menos que ela estava caindo, feita de um material que não era concreto... e já era noite.
Olhei ao redor de onde estava e percebi que havia entrado num quarto, com um velinho. O cara deveria estar devendo horrores pra muita gente, pois tinha MILHÕES de pessoas segurando velas olhando pra janela em que estava. Acenei pra eles um tchauzinho e parece que todo mundo respirou aliviado, sei lá. Olhei no leito e estava um carinha vestido de branco, com um bando de coroinhas em volta dele. Ouvi a conversa de curioso que era:
-John, você estarr?
-Sim, papa.
-George, você estarr?
-Sim, papa.
-E o Ringo, Starr?
-No papa, foi Paul uma cartney no correio...
-Ah... a... a...
-No diga adeus, papa!
-Atchim.
"Saúde", pensei. Mas achei melhor ficar quieto ao ver que meio pulmão do carinha tinha sido cuspido janela a fora...
Saí do hospital com dois pensamentos na cabeça: a grana federal que o cara tava devendo e como chegar em Pralademarrakesh...
Assinar:
Postagens (Atom)